29 de jun. de 2010

Educar para a paz

Educar para paz

Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, vivemos cercados pelaviolência, e guerra. Mas não podemos acreditar que não existirá futuro ou quenão somos capazes de superar esta situação de angústia coletiva.

Assim sendo, faz-se necessário a busca de resolução de conflitos deforma criativa e positiva. Para tal, entendemos que os mesmos devem serolhados numa perspectiva de totalidade, percebendo-se os diversos aspectos,relações e inter-relações neles presentes e propondo situações que sejaminclusivas. Essas alternativas de resolução de conflitos devem orientar-se porprincípios de cooperação, solidariedade, igualdade e respeito, com vistas àconstrução de uma nova ética.

A educação tem um papel fundamental nesse processo, possibilitando asensibilização dos educandos para as questões sociais, ambientais erelacionadas a sua realidade local e global, contribuindo para a expansão desua percepção e consciência, criando condições paraque sejam maisautônomos e criativos e com capacidade de gerenciar conflitos, propondoalternativas que incluam essas dimensões, priorizando a vida e a paz, osdireitos humanos e o desenvolvimento sustentável.

Por esta razão é que propomos um trabalho que considera que educarpara a paz significa uma mudança de conteúdos e métodos em todo o âmbitoeducativo, não só na escola, mas para todas as pessoas com a coragem deconstruir um mundo melhor.

Acreditamos numa forma de trabalho horizontal, participativo e lúdico,que propõe conteúdos a partir de uma experiência e uma realidade concretaque todos podemos vivenciar na própria pele e sentir como uma experiênciapessoal e próxima, para desde aí aprofundar nela e analisá-la.

O primeiro desafio é buscar uma comunicação efetiva. Aprender a secomunicar, a utilizar os diferentes canais que se tem e reconhecer os canaisdas demais pessoas, ou seja, aprender tanto a emitir uma mensagem, comorecebê-la num processo ativo e enriquecedor para todos, tudo isso utilizado natomada de decisões, usando como mecanismo o consenso

.O segundo desafio e interminável degrau na nossa escada quepropomos para subir em educação para paz é a resolução de conflitos.Começar de exemplos para aprender a interiorizar valores de distanciamento ecalma nos conflitos. Aprender a analisá-los, tentando vê-los desde o maiornúmero possível de pontos de vista. Estimular a nossa imaginação na busca desoluções construtivas e não-violentas. Não para ficarmos só aí, senão quepouco a pouco vamos entrando nos nossos conflitos e naqueles que nosrodeiam. Não se trata de criar um mundo distante da realidade. Trata-se deaprender a enfrentar os conflitos cotidianos para que se tornem um trampolimde transformação social, de compromisso.

Precisamos trabalhar para encontrar uma coerência e um caminho entrenosso trabalho pessoal e a mudança social. Desde aí e para aí é quetrabalhamos com esta proposta de educar para a paz.

Contribuição da aluna Graziele Lutz Ávila

Construir a paz com o conhecimento

Construir a paz com o conhecimento
A paz só pode ser construída a partir de sujeitos conscientes,que tenham desenvolvido senso crítico para poder discernirem oque é certo do que é errado. Este desenvolvimento se da atravésda alfabetização e do letramento, onde os sujeitos adquirema capacidade de comunicação e de analise, buscando outrosconhecimentos, pois se tornam capazes de encontrar a informaçãofaltante para a resolução de seus problemas.
Paulo Freire acredita que a paz esta intimamente ligada aoprocesso de transformação social, onde se torna possível superara violência, promovendo a igualdade e a justiça, respeitando assimos sujeitos e estimulando a paz. Acredita ainda, no diálogo entreos sujeitos, onde o ser humano é valorizado, sendo oferecido umaeducação libertadora, que o ajude a construir uma sociedade comigualdade e solidariedade.
Sendo assim, o professor é um dos grandes responsáveispela construção da paz, pois é necessário desenvolver a culturade paz ainda na infância, estimulando nas crianças a tolerância, acolaboração e o respeito.
A tarefa do professor é ajudar a formar cidadãos, queconheçam e pratiquem seus direitos e deveres, lutando contraas desigualdades e injustiças, buscando através do diálogo, dacooperação e de atitudes solidárias.
A função da escola é promover uma educação comprometida, em que sejam desenvolvidos nos sujeitos a capacidade de transformar suas realidades através do conhecimento, proporcionando ao aluno o desenvolvimento de sua capacidade deanalisar criticamente todas as informações de forma autônoma eresponsável.
Esta autonomia responsável depende também de valores que devem ser discutidos tanto na escola quanto na família, e queprecisam ser desenvolvidos desde a infância, não apenas ensinandoa se comportarem adequadamente, conforme regras estabelecidas, mas sim, conhecer diferentes valores, analisando-os e escolhendo livremente os que empregarão no seu dia-a-dia.
Desenvolvendo o conhecimento e a capacidade de analisarcriticamente as informações, alicerçadas em valores morais eleitospor cada indivíduo é a forma com que conseguiremos construir a paz.
Contribuição da aluna Catia Azeredo

Palavrinhas Mágicas

Este linck é de uma história sobre as palavras mágicas indicada para alunos do 3º ano do ensino fundamental em diante.

http://www.techs.com.br/meimei/historias/historia14.htm










Contribuição da aluna Simone da Rosa Pizzio

EDUCAÇÃO PARA A PAZ

A importância de trabalharmos os valores

O objetivo deste documento é mostrar a importância do trabalho sobre valoresdentro das escolas para qua possamos propagar a Paz. Isto só é possível através deatividades que envolvam toda a escola e também a comunidade escolar. A escolha destetema foi feita por acreditar que a Educação para a Paz é de fundamental importânciana formação de professores, pois no dia a dia da sala de aula, muitas vezes entramosem conflito com nossos alunos que dizem "não quero fazer, não vou fazer". Outros nãorespeitam os colegas, o que desencadeia os casos de bullyng em sala de aula e na escolatornando as agressões frequentes. Sem levar em conta que isso tudo tem cunho social efamiliar, tendo influência direta sobre estas ações.

Além disso, nossas escolas parceiras utilizam como teórico norteador Paulo Freire,mas não oferecem atividades que interligam escola e realidade. Os livros continuam sendoas únicas fontes para o preparo de aulas desvinculadas dos interesses dos alunos... Há pouco sendo feito contra estes problemas.

Nas escolas parceiras há muitos problemas devido à faltade harmonia entre os alunos. Eles se ofendem o tempo inteiro, sendo necessário umtrabalho para tentar amenizar estas questões. Infelizmente, este trabalho ainda não existesistematicamente, apenas eventualmente.

Em sala de aula, os professores fazem as intervenções que estão ao seu alcancee contando com o auxílio da equipe diretiva quando as coisas tomam grandes dimensões.Diante disso, há apenas um enfoque: o qual se pode chamar de "apagar incêndios", ou seja,depois que eles se agridem, são chamados, é conversado. Na reincidência, chamam os pais e,em casos mais graves, o Conselho Tutelar.

Para agravar a situação, muitos professores não procuram resolver os problemas deforma harmônica. Há muita falta de tolerância por parte deles o que faz com que os alunosnão tenham prazer nem motivos para virem à escola, pois "para que virem até um lugar ondenão são acolhidos?”.

Há a necessidade de se buscar a estruturação de um trabalho paralelo, consistentee constante, dando ao aluno segurança e confiança no espaço escolar, através de trabalhosque os envolva como gincanas, projetos pedagógicos, diálogo sobre valores, drogas,violência,... As direções das escolas e os professores devem ter como princípio que os alunosparticipem de todos os projetos que chegam à escola e, também criando outros tantosprojetos que atinjam também as famílias, trazendo-as até a escola.

Este é um grande desafio, pois se os professores continuarem tendo pouca tolerânciacom os alunos, visando apenas o conteúdo e pouco se comunicando com eles, nada avançaráem prol da paz. Acredita-se que, tanto os pequenos quanto os maiores, necessitam deatenção e acolhimento. Quando há este distanciamento, todo o processo de ensino-aprendizagem e de convívio social fica comprometido. Os demais funcionários da escolatentam intervir através do diálogo, mas há pouco respeito com eles. Assim se pode verque há boa vontade em intervir em prol de uma Educação para a Paz, mas não tem surtidomuito efeito. Por este motivo, não podemos desistir. Devemos ir em frente buscandotrazer a família - através de projetos - até a escola. Com os alunos, trabalhar valorescomo responsabilidade, cuidado, convivência, respeito, amor e amizade e desenvolver acriatividade.

Diante das referências estudadas e da realidade que presenciamos em nossasparcerias, é de infinita importância e também fundamental trabalhar paralelamente aoutros subtemas, as RELAÇÕES INTERPESSOAIS NA ESCOLA, buscando um convíviomais humano, trazendo prazer ao aluno que frequenta às aulas, resgatando o respeito e ocomprometimento entre professor e aluno por serem fundamentais para a propagação deuma cultura de paz!

Contribuição da aluna Simone da Rosa Pizzio



EDUCAR PARA A PAZ
Educação para a paz se aprende. Neste sentido a formação de professores como educadores para a paz busca construir alicerçados nas teorias estudos, debates, propostas que contribuam com a defesa dos direitos fundamentais do ser humano e na melhoria das relações interpessoais. Para que um educador construa com seus alunos uma cultura de paz é preciso que lance um olhar amplo sobre os problemas sociais e os conflitos que envolvem as famílias. Paz é mais do que a ausência de guerras, implantar a paz é trabalhar a inclusão social, é trabalhar cada parte da célula familiar na prevenção das drogas, do alcoolismo, da intolerância, da miséria, do bullying, da gravidez na adolescência e de forma geral do desrespeito a o ser humano. Assim a construção da paz deve começar na família ter continuidade na escola e se estender por toda a vida, mas, para que isto seja possível é preciso que o ser humano deixe de ser individualista preocupado apenas com seu “eu” deixando de lado quem está a sua volta e que muitas vezes grita por socorro. Com efeito, educar para a paz requer a construção de uma cultura voltada para a generosidade e a solidariedade combatendo o egocentrismo, no fazer algo em detrimento de outros sem esperar ou almejar reconhecimentos heróicos. Portanto construir a paz na família, na escola e na sociedade é um dever de todo o cidadão, e o educador como mediador no processo de construção do conhecimento tem que ter uma postura ativa diante dos desafios que se apresentam transformando o fazer pedagógico num aliado incessante na construção de uma cultura de paz.
Contribuição da aluna Elida Coelho

28 de jun. de 2010

É preciso amar




Contribuição da aluna Graziele Lutz Ávila

13 de jun. de 2010

Dica


filhote de cruz credo


Adorei assistir a peça de teatro "Filhote de Cruz Credo" que está em cartaz no Teatro Túlio Piva até o final deste mês. A peça é inspirada no livro de Fabrício Carpinejar e aborda de forma bem-humorada, mas sem mascarar a crueldade , o fenômeno bullying - na escola, principalmente. Ingressos a R$ 15,00 mas estudante paga meia (apresentando o atestado da faculdade).Não percam!


Contribuição da aluna Maria Moreira

Dicas

fenômeno Bullying

Este eu comprei e já terminei de ler - "Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz". Se puderem, não deixem de ler. Excelente!

Fenômeno Bullying

Este eu peguei emprestado na biblioteca: "Bullying Escolar - perguntas e respostas". Estou lendo e adorando...Muito bom mesmo. Fica a dica...

9 de jun. de 2010

Dica

Estas são sugestões de filmes que encontrei no site Brasil Escola:

http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/indisciplina.htm


Escola de Rock (Comédia, com Jack Black, 2003) - Dewey Finn (Jack
Black) é um músico que acaba de ser demitido de sua banda. Cheio de
dívidas para pagar e sem ter o que fazer, ele aceita dar aulas como
professor substituto em uma escola particular de disciplina rígida.
Logo Dewey se torna um exemplo para seus alunos, sendo que alguns
deles se juntam ao professor para montar uma banda local, sem o
conhecimento de seus pais.

Sociedade dos Poetas Mortos (Drama, com Robin Willians, 1989) - Em
1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um
ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas
logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos
cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente
quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".

O Sorriso de Monalisa (Drama, com Julia Roberts, 2003) - Katharine
Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue
emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de
História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do
próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas
normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da
vida.


Contribuição da aluna Cátia Azeredo

O Menino que Aprendeu a Ver

Aprender a ler é também aprender a paz, o amor e a fraternidade, mais do que isso praticar esse amor, essa fraternidade. E é na escola com a educação que se insere os valores humanos desde sedo, ao ensinar a criança a ler e ver a paz como parte integrante e necessária em todos os seguimentos da sociedade.

A consciência de paz é um trabalho para o professor desenvolver e em cada disciplina assumir compromissos e posturas transversais com as praticas da cultura de paz, isto é, mudar os rumos da conduta do ser humano trabalhando a paz na escola em cada disciplina da grade curricular. Para isso é preciso sair da inércia, rever valores, não permitir manipulações sejam de quem for e de onde vierem, os desafios estão ai, então, mãos a obra, cabe a mim a ti a todos nós futuros educadores transformar a educação em um ato de paz, em uma cultura de paz, sem procurar culpados para as mutilações do mundo sem se omitir, sem delegar a outros nossas responsabilidades.

Portanto cabe a nós mudar procedimentos e atitudes rompendo as barreiras do preconceito e das limitações, cabe a nós tomar posição sobre algo que se quer mudar. Então para ler é preciso aprender a ver, nossas crianças não são partículas de um todo, são seres em desenvolvimento e é dever do professor conscientizá-las incessantemente da busca pela paz e pela essência do ser, com praticas reais docentes cotidianas.

Desta forma é o professor que a conscientiza de sua responsabilidade, em outros termos é o professor que as conscientiza da importância de uma cultura de paz e que esta cultura se constitui em uma força imponderável quando colocada a serviço da humanidade. Assim o frio método pedagógico de muitas instituições de ensino esta cedendo lugar a uma educação voltada para a cultura de paz, preparando a criança e o jovem para desenvolver uma conduta ilustrada com imagens de respeito, amor e solidariedade com reflexos tanto na família quanto na sociedade. Neste contexto a escola é o porto seguro de formação da criança e do jovem, fundadora dos princípios morais e sócias com pleno exercício da liberdade. Este sem duvida é um dos maiores desafios a todos os professores comprometidos com a educação de qualidade, implantar uma educação de paz capaz de tornar o homem livre dos preconceitos, livre da escravidão religiosa ou ideológica, que o faça compreender que nele reside o único meio de viver bem.





Contribuição da aluna Elida Coelho

Construindo a Paz

O bom convívio entre professor e aluno – construindo a paz!

O educador que promove o diálogo em sala tem mais produtividade e menos estresse.


A sala de aula muitas vezes parece um campo de batalha: o professor tenta controlar o aluno que é desrespeitoso e indisciplinado através do “grito”, do autoritarismo.

O que acontece é que a criança ou adolescente não aceita se submeter à autoridade do professor, ao passo que o educador confunde respeito à autoridade com autoritarismo.
Realmente não é fácil conter a agressividade dos estudantes com um simples sorriso.

A agressão começa quando o aluno tem a necessidade de dominar para chamar a atenção pra si mesmo. Fato que também acontece com o professor imperioso que impõe regras e quem as desobedece tem que escutar minutos de “sermões” coletivos (para a sala toda) ou punições severas e, muitas vezes, constrangedoras.

Não há diálogo, não há conversa. Que tipo de orientação o professor está passando para os seus alunos quando grita para chamar a atenção e não conversa? O ensino aqui transmitido é o de que não há valores importantes como o de ouvir ou o de respeitar quando o outro fala, princípios básicos para a comunicação.

É oportuno que o professor se mostre aberto e convidativo para o esclarecimento de qualquer dúvida do aluno, bem como do que está se passando na vida pessoal desta criança ou adolescente. Há muita influência no comportamento de um indivíduo a respeito do que acontece em casa e que é transferido para a sala de aula.

Na maioria das vezes uma conversa individual resolve o problema, pois o diálogo transpõe pré-conceitos formados. Uma conversa com o grupo também pode facilitar muito ou mesmo resolver as dificuldades de indisciplina, violência verbal ou física entre os colegas. Uma sugestão é reservar diariamente de cinco a dez minutos para diálogos entre professor-aluno, os quais podem ser individuais e/ou grupais.

Os alunos, em conjunto com o professor, podem estabelecer as regras para o bom convívio em sala de aula. O estudante que não obedecer alguma conduta é punido. A punição aqui será vista como um aprendizado adquirido através da quebra de um acordo ou como a necessidade de se ter um limite para tudo e não como uma extrapolação do autoritarismo do professor.

Afinal, não é brigando que conquistamos respeito, mas sim dialogando. Dessa forma, a paz reinará em sala, então, o convívio e o ambiente será muit
o favorável à relação ensino-aprendizagem!


Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola


Fonte: Brasil Escola - Canal do Educador



Contribuição da aluna Cátia Azeredo




3 de jun. de 2010

Leitura de Paz


Acho que o professor deve mostrar ao aluno a importância da leitura e da escrita não só para comunicar-se com os colegas e professores, mas para interagir com o mundo lá fora e para desenvolver novos conceitos e valores, assim como a cultura da paz, por exemplo. Uma pena os casos em que apenas o educador assume esse papel de induzir o aluno a desenvolver as habilidades de leitura e escrita, onde a família se exime desta função e os professores de outras disciplinas pensam que isso é uma obrigação somente do professor de Língua Portuguesa. Os livros, textos deveriam fazer parte do cotidiano escolar, melhor ainda se 'os livros' também ensinassem sobre a paz e contribuíssem para que se colocasse um fim a violência nas escolas. Vocês já se deram conta que na escola atual se lê cada vez menos? Lembro de ter lido livros na escola que não consigo nem contar, tantos que foram: Iracema, A Pata da Gazela, Um Certo Capitão Rodrigo, Capitães de Areia...E por aí afora. Uns amei, outros odiei, mas tinha que fazer a tal "ficha de leitura" ou "prova de leitura"...Bom, o fato é que, incentivados (muitos de meus colegas diriam pressionados) pela escola, líamos mais, antigamente. E os livros de hoje são tão bem escritos, coloridos, criativos... Muitos deles ensinando sobre comportamentos, sobre valores.. Mas a leitura por si só, independente do estilo, drama, ficcção, aventura, romance... Já auxilia nosso aluno a ver que um mundo maravilhoso pode ser construído desde que haja amor, respeito e paz.
(Maria Moreira)



Contribuição da aluna Maria Moreira

Verdade

"Tenha o desejo profundo de acabar com a falsidade e a violência. Adote a verdade e a não-violência de não causar tristeza a ninguém. Há tanto poder na verdade. Verdade e não-violência me permite compartilhar poder e amor com todos. Essas são as coisas mais importantes para compartilhar. Não importam as dificuldades, eu deveria ser capaz de sorrir e encontrar solução. Eu deveria remover a palavra difícil do meu dicionário."

Dadi Janki - Org.Brahma Kumaris.




Contribuição da aluna Simone Pizzio

Paciência Tem Recompensa


No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.

Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto – respondeu o homem – e completou: – Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai.. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:

- Hora de irmos, agora..

Mas, outra vez Melissa pediu:

- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:

- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente – comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar…

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.

Quais são as suas?

Contribuição da aluna Simone Pizzio

Ciclo da Violência

Video veiculado na TV Escola e que fala como se dá o ciclo da violência, mostrando que todos só tem a perder quando entram nele. Vamos acabar com a violência. Respeito gera Respeito. Paz na escola e na vida!





Contribuição da aluna Maria Moreira

Ser Professor

Afinal, o que é ser professor?


Para ser professor,
fizeram-me acreditar
que precisaria de muito pouco,
talvez quase nada.
Ser alguém esperto,
ter imaginação,
usar da criatividade,
ler alguns livros,
responder o que for preciso,
saber utilizar a palavra,
ouvir quando necessário,
calar em momentos determinados,
cantar só quando for convidado,
não sorrir de coisas bobas,
chamar a atenção para manter a
disciplina,
cumprir o conteúdo,
planejar o trivial.
Com o passar do tempo,
descobri que fui enganado pelo didático.
Na caminhada da profissão,
tudo o que pensei ter aprendido
não passou de ilusão.
Lidar com gente
não é fácil não.
Além de teorias e métodos revolucionários,
é preciso mais do que saber.
Ensinar não é passar instrução
para a criança aprender.
Professor tem que ser
ator, cantor, mágico,
palhaço, artista, malabarista,
um pouco de mãe
e às vezes ter jeito pai.
Tem que expor emoção,
pôr sentimento no que faz,
mexer com o coração,
ter paciência e compreensão.
Pois ser professor, na verdade,
é ser gente que constrói
não só personalidade.
Contribui na formação do caráter,
guia nos caminhos da aprendizagem,
auxilia na formação do cidadão.
Ser professor
é mais que uma profissão.

Alessandra Regina Braga Veloso

Pedagoga, atuando como
professora de educação
infantil no Distrito Federal.
Fonte: Revista Ser Criança nº 46 - Dez 208

Colaboração da aluna Simone Pizzio

1 de jun. de 2010

Cultura de Paz com a Natureza

"Uma Cultura de Paz com o Meio ambiente implica respeitar o meio ambente".

À Beira do Guaíba, à Margem de um Projeto Ambiental



....Um dos pontos turísticos de maior lazer da cidade de Guaíba é a beira do lago Guaíba, mais conhecida por seus frequentadores por “Beira”. Localiza-se no centro da cidade e é formada por um grande calçadão que abrange parte da orla do Lago Guaíba, no centro da cidade.


....Local frequentado diariamente, em especial pelo público jovem, que se reúne para tomar chimarrão, namorar, conversar, ver os amigos, assistir a espetáculos (algumas vezes proporcionados por empresas ou pela prefeitura) e apreciar a bela vista.


....A prefeitura sempre fez altos investimentos em manutenção e reformas da Beira. Por isso a “Beira” é um sucesso na cidade e reconhecida até como um ponto turístico.



....O estranho disso tudo é que o Lago Guaíba é quem na verdade deveria ser merecedor dos principais investimentos e não a sua beira. Afinal, é ele quem abastece toda a cidade com água.


....Vemos aí o confronto e também um contra-senso de investir entre o que é necessário ou investir no que é supérfluo, mas que tira toda a atenção de um problema real que deveria ser a preocupação principal das autoridades locais.


....Enquanto Porto Alegre faz projetos para despoluir o Lago Guaíba, nosso governo traz grandes empresas que o poluem ainda mais. Os investimentos da prefeitura de Guaíba se concentram em apenas enfeitar a “orla da poluição”.


....A nós parece algo como uma maquiagem disfarçando um problema e cobrindo a verdadeira face de uma situação que afeta o povo guaibense e que deveria ser preocupação de todos.


....Quando poderemos frequentar a Beira sem nos sentirmos a margem de uma solução para um problema ambiental?


Autoras do texto e vídeo: Maria Arzelina Moreira, Liliane Benites e Rebecca Almeida (do blog Espanhol Ufpel).






Contribuição da aluna Maria Moreira

Reflexão

A história da humanidade está relacionada com os grupos sociais e com as lutas que questionam as posições de determinados seguimentos da política, da cultura, de religião entre outros. Assim o homem vem ao longo da história em constante luta por melhores condições de vida, muitas são as lutas pela não aceitação de imposições e de violência, não apenas as lutas armadas (guerras), mas as lutas internas quanto à aceitação da sua própria origem étnica. Em 1948 surgiu a Declaração Universal dos Direitos do Homem, criada da necessidade da construção da Paz, com fortalecimento de valores como a justiça, a igualdade e a equidade.

Com esta visão mais reflexiva a cultura de Paz passa a crescer e se multiplicar com ações coletivas transformadoras que desenvolvam o espírito de solidariedade, tolerância e diálogo.


Contribuição da aluna Elida Coelho

Campanha Contra Violência Sexual

Vemos na televisão muitas reportagens sobre violência sexual contra crianças, isto nos ‘choca’ e enoja, mas acaba tornando-se apenas mais um número nas estatísticas. A possibilidade de isto acontecer com uma das crianças de nossas escolas, nos deixa indignados. Devemos prestar atenção no comportamento de nossos alunos, em suas reações e deixar que falem, muitas vezes na intenção de impor disciplina em sala de aula, perdemos a oportunidade de ouvir os lamentos e pedidos de socorro de nossos alunos.
É bom saber que existem pessoas que estão atentas a isso, infelizmente elas só ficam sabendo depois que ocorre.

Vídeo: Campanha Contra a Violência Sexual Infanto-Juvenil




Contribuição da aluna Cátia Azeredo

Atividades em Cadernos

Atividades em cadernos – trabalhando sentimentos e emoções:

HOJE ESTOU ASSIM...


(A professora cola um círculo nos cadernos para que as crianças desenhem nele, a expressão facial conforme o que sugere o título.)

Ex:


PORQUE... (os alunos justificam por meio da escrita o porquê de estarem alegres, tristes, com medo...) Conforme a percepção da professora regente, ela vai resgatando alguns valores como: companheirismo, amizade, segurança, união, compreensão...




VOCÊ MORA NO MEU...coracao


5.1- Cada criança escreve dentro do coração o nome de um(a) colega e, em seguida, registra por meio da escrita o que pensa e sente por ele(a).



Exemplo: "Você é especial, muito amigo!"


ABC dos valores:

A-AMOR


B-BONDADE


C- CARINHO



D- DEDICAÇÃO


E- ESPERANÇA...


(Os alunos opinam, registram e ilustram!)






Contribuição da aluna Cátia Azeredo

Silêncio

Silêncio

"Quando há paz na mente e amor no coração, você experimenta o prazer do silêncio. Tenha pensamentos elevados e faça uma conexão com Deus. Tenha um relacionamento e comunique-se com Ele. Traga transformação em sua vida com os poderes da verdade e do amor. Com os poderes da verdade e da não-violência, ajude a trazer mudança positiva na vida de outros. Não há outro método para mudar o mundo exceto através dos poderes do amor e da paz. Tenha esse pensamento determinado. A linguagem do como, porque, quando ou mas, torna tudo complicado. O poder do silêncio lhe ensina paciência." - Dadi Janki

Org. Brahma Kumaris:

www.bkwsu.org/brasil

Editora Brahma Kumaris:

www.editorabk.org.br





Contribuição da aluna Simone Pizzio