9 de jun. de 2010

Dica

Estas são sugestões de filmes que encontrei no site Brasil Escola:

http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/indisciplina.htm


Escola de Rock (Comédia, com Jack Black, 2003) - Dewey Finn (Jack
Black) é um músico que acaba de ser demitido de sua banda. Cheio de
dívidas para pagar e sem ter o que fazer, ele aceita dar aulas como
professor substituto em uma escola particular de disciplina rígida.
Logo Dewey se torna um exemplo para seus alunos, sendo que alguns
deles se juntam ao professor para montar uma banda local, sem o
conhecimento de seus pais.

Sociedade dos Poetas Mortos (Drama, com Robin Willians, 1989) - Em
1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um
ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas
logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos
cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente
quando ele fala aos seus alunos sobre a "Sociedade dos Poetas Mortos".

O Sorriso de Monalisa (Drama, com Julia Roberts, 2003) - Katharine
Watson (Julia Roberts) é uma recém-graduada professora que consegue
emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de
História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do
próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas
normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da
vida.


Contribuição da aluna Cátia Azeredo

O Menino que Aprendeu a Ver

Aprender a ler é também aprender a paz, o amor e a fraternidade, mais do que isso praticar esse amor, essa fraternidade. E é na escola com a educação que se insere os valores humanos desde sedo, ao ensinar a criança a ler e ver a paz como parte integrante e necessária em todos os seguimentos da sociedade.

A consciência de paz é um trabalho para o professor desenvolver e em cada disciplina assumir compromissos e posturas transversais com as praticas da cultura de paz, isto é, mudar os rumos da conduta do ser humano trabalhando a paz na escola em cada disciplina da grade curricular. Para isso é preciso sair da inércia, rever valores, não permitir manipulações sejam de quem for e de onde vierem, os desafios estão ai, então, mãos a obra, cabe a mim a ti a todos nós futuros educadores transformar a educação em um ato de paz, em uma cultura de paz, sem procurar culpados para as mutilações do mundo sem se omitir, sem delegar a outros nossas responsabilidades.

Portanto cabe a nós mudar procedimentos e atitudes rompendo as barreiras do preconceito e das limitações, cabe a nós tomar posição sobre algo que se quer mudar. Então para ler é preciso aprender a ver, nossas crianças não são partículas de um todo, são seres em desenvolvimento e é dever do professor conscientizá-las incessantemente da busca pela paz e pela essência do ser, com praticas reais docentes cotidianas.

Desta forma é o professor que a conscientiza de sua responsabilidade, em outros termos é o professor que as conscientiza da importância de uma cultura de paz e que esta cultura se constitui em uma força imponderável quando colocada a serviço da humanidade. Assim o frio método pedagógico de muitas instituições de ensino esta cedendo lugar a uma educação voltada para a cultura de paz, preparando a criança e o jovem para desenvolver uma conduta ilustrada com imagens de respeito, amor e solidariedade com reflexos tanto na família quanto na sociedade. Neste contexto a escola é o porto seguro de formação da criança e do jovem, fundadora dos princípios morais e sócias com pleno exercício da liberdade. Este sem duvida é um dos maiores desafios a todos os professores comprometidos com a educação de qualidade, implantar uma educação de paz capaz de tornar o homem livre dos preconceitos, livre da escravidão religiosa ou ideológica, que o faça compreender que nele reside o único meio de viver bem.





Contribuição da aluna Elida Coelho

Construindo a Paz

O bom convívio entre professor e aluno – construindo a paz!

O educador que promove o diálogo em sala tem mais produtividade e menos estresse.


A sala de aula muitas vezes parece um campo de batalha: o professor tenta controlar o aluno que é desrespeitoso e indisciplinado através do “grito”, do autoritarismo.

O que acontece é que a criança ou adolescente não aceita se submeter à autoridade do professor, ao passo que o educador confunde respeito à autoridade com autoritarismo.
Realmente não é fácil conter a agressividade dos estudantes com um simples sorriso.

A agressão começa quando o aluno tem a necessidade de dominar para chamar a atenção pra si mesmo. Fato que também acontece com o professor imperioso que impõe regras e quem as desobedece tem que escutar minutos de “sermões” coletivos (para a sala toda) ou punições severas e, muitas vezes, constrangedoras.

Não há diálogo, não há conversa. Que tipo de orientação o professor está passando para os seus alunos quando grita para chamar a atenção e não conversa? O ensino aqui transmitido é o de que não há valores importantes como o de ouvir ou o de respeitar quando o outro fala, princípios básicos para a comunicação.

É oportuno que o professor se mostre aberto e convidativo para o esclarecimento de qualquer dúvida do aluno, bem como do que está se passando na vida pessoal desta criança ou adolescente. Há muita influência no comportamento de um indivíduo a respeito do que acontece em casa e que é transferido para a sala de aula.

Na maioria das vezes uma conversa individual resolve o problema, pois o diálogo transpõe pré-conceitos formados. Uma conversa com o grupo também pode facilitar muito ou mesmo resolver as dificuldades de indisciplina, violência verbal ou física entre os colegas. Uma sugestão é reservar diariamente de cinco a dez minutos para diálogos entre professor-aluno, os quais podem ser individuais e/ou grupais.

Os alunos, em conjunto com o professor, podem estabelecer as regras para o bom convívio em sala de aula. O estudante que não obedecer alguma conduta é punido. A punição aqui será vista como um aprendizado adquirido através da quebra de um acordo ou como a necessidade de se ter um limite para tudo e não como uma extrapolação do autoritarismo do professor.

Afinal, não é brigando que conquistamos respeito, mas sim dialogando. Dessa forma, a paz reinará em sala, então, o convívio e o ambiente será muit
o favorável à relação ensino-aprendizagem!


Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola


Fonte: Brasil Escola - Canal do Educador



Contribuição da aluna Cátia Azeredo