9 de jun. de 2010

O Menino que Aprendeu a Ver

Aprender a ler é também aprender a paz, o amor e a fraternidade, mais do que isso praticar esse amor, essa fraternidade. E é na escola com a educação que se insere os valores humanos desde sedo, ao ensinar a criança a ler e ver a paz como parte integrante e necessária em todos os seguimentos da sociedade.

A consciência de paz é um trabalho para o professor desenvolver e em cada disciplina assumir compromissos e posturas transversais com as praticas da cultura de paz, isto é, mudar os rumos da conduta do ser humano trabalhando a paz na escola em cada disciplina da grade curricular. Para isso é preciso sair da inércia, rever valores, não permitir manipulações sejam de quem for e de onde vierem, os desafios estão ai, então, mãos a obra, cabe a mim a ti a todos nós futuros educadores transformar a educação em um ato de paz, em uma cultura de paz, sem procurar culpados para as mutilações do mundo sem se omitir, sem delegar a outros nossas responsabilidades.

Portanto cabe a nós mudar procedimentos e atitudes rompendo as barreiras do preconceito e das limitações, cabe a nós tomar posição sobre algo que se quer mudar. Então para ler é preciso aprender a ver, nossas crianças não são partículas de um todo, são seres em desenvolvimento e é dever do professor conscientizá-las incessantemente da busca pela paz e pela essência do ser, com praticas reais docentes cotidianas.

Desta forma é o professor que a conscientiza de sua responsabilidade, em outros termos é o professor que as conscientiza da importância de uma cultura de paz e que esta cultura se constitui em uma força imponderável quando colocada a serviço da humanidade. Assim o frio método pedagógico de muitas instituições de ensino esta cedendo lugar a uma educação voltada para a cultura de paz, preparando a criança e o jovem para desenvolver uma conduta ilustrada com imagens de respeito, amor e solidariedade com reflexos tanto na família quanto na sociedade. Neste contexto a escola é o porto seguro de formação da criança e do jovem, fundadora dos princípios morais e sócias com pleno exercício da liberdade. Este sem duvida é um dos maiores desafios a todos os professores comprometidos com a educação de qualidade, implantar uma educação de paz capaz de tornar o homem livre dos preconceitos, livre da escravidão religiosa ou ideológica, que o faça compreender que nele reside o único meio de viver bem.





Contribuição da aluna Elida Coelho

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